Quando
falamos em asma, é comum pensar primeiro na broncoconstrição e no controle da
crise.
Mas a doença
não começa na falta de ar.
Existe uma
resposta imunológica que pode envolver IgE, mastócitos e mediadores
inflamatórios; em outros casos, entram neutrófilos, poluição, fumaça, produtos
químicos e infecções. Genética, epigenética, microbiota e função de barreira
também participam dessa história.
Quando você acompanha essa sequência, começa a entender por que diferentes
formas de asma podem exigir alvos diferentes.
Nas duas
aulas, eu mostro essa fisiopatologia em detalhes e avanço para o tratamento,
passando pelas principais classes utilizadas, associações terapêuticas,
biológicos e outras possibilidades de intervenção.