Você já deve
ter se deparado com uma situação como essa.
Uma paciente de
32 anos apresenta baixa reserva ovariana. Você solicita os exames, revisa a
investigação e, mesmo assim, não encontra uma explicação convincente.
Será que está
faltando um exame?
Ou será que
está faltando uma pergunta?
Todos os dias,
seus pacientes entram em contato com moléculas capazes de interferir na ação
dos hormônios. Cada uma delas possui um limite regulatório próprio. Mas quem
calcula a exposição simultânea de todas essas fontes no mesmo organismo?
Neste curso
gratuito, você vai entender por que essa discussão merece atenção e como os
disruptores endócrinos podem ampliar o seu raciocínio clínico em saúde
reprodutiva.